O rouxinol é um dos pássaros mais presentes nas pinturas cristãs, desde as catacumbas às grandes catedrais. É símbolo da alegria cristã, sobretudo da alegria do justo. E porque a razão da verdadeira alegria do justo é cristo, o rouxinol simboliza o próprio Senhor feito ser humano. É também símbolo do amor que a alma cristã sente por Cristo e exprime em cantos e orações. São Boaventura lembra a lenta do rouxinol que começou a cantar de madrugada e a cada hora aumentava seu canto, alcançando o ápice ao meio dia e morrendo engasgado no canto às três da tarde. Evidente aproximação a Cristo que deu tudo de si, até o estremo da cruz, morrendo evolvido na maior expressão de amor acontecido na terra.
Fonte: Frei Clarêncio Neotti, OFM Vila Velha/ES
Santos da Igreja
quarta-feira, 28 de janeiro de 2015
São Cirilo de Jerusalém
Cirilo está entre os grandes pastores dos séculos IV e V. Foi escolhido bispo de Jerusalém pelo ano 350, encargo este que lhe trouxe grandes dificuldades, mas também serviu de ocasião para mostrar a firmeza de sua fé. Foi grande catequista e educador da fé do povo de Deus. As suas Instruções Catequéticas mostram grande vigor, profundidade na formação da fé e exemplo de um método catequético para os nossos dias. Era amigo da paz e sensível às divisões que agitavam o cristianismo durante seu episcopado. Contra ele voltaram-se adversários da fé que conseguiram que ele fosse exilado por três vezes, num total de dezesseis anos. Devido aos seus preciosos ensinamentos, o Papa Leão XIII conferiu-lhe o título de doutor da Igreja.
Fonte: Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM Petrópolis/RJ
Fonte: Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM Petrópolis/RJ
terça-feira, 27 de janeiro de 2015
São Francisco
São Francisco e os enfermos. Tinha muita compaixão para os doentes e muita solicitude pelas suas necessidades. Quando seculares piedosos lhe mandavam remédios, embora precisasse mais que os outros, dava aos outros doentes. Assumia os sofrimentos de todos os que padeciam, dizendo-lhes palavras de compaixão quando não podia ajudar de outra forma.
É não se envergonhava de pedir publicamente, pela cidade, carne para um irmão doente. Mas admoestava os doentes a sofrer as as privações com paciência e a não queixar-se por não terem sido satisfeitos em tudo. "Rogo a todos os meus irmãos doentes que em suas enfermidades não fiquem irados ou perturbados contra Deus ou contra os irmãos Sejam agradecidos e façam a vontade de Deus" (Tomás de Celano, 2º livro, 132,133).
Fonte: Frei Antonio Andrietta, OFM
É não se envergonhava de pedir publicamente, pela cidade, carne para um irmão doente. Mas admoestava os doentes a sofrer as as privações com paciência e a não queixar-se por não terem sido satisfeitos em tudo. "Rogo a todos os meus irmãos doentes que em suas enfermidades não fiquem irados ou perturbados contra Deus ou contra os irmãos Sejam agradecidos e façam a vontade de Deus" (Tomás de Celano, 2º livro, 132,133).
Fonte: Frei Antonio Andrietta, OFM
Animais no altar (206)
É difícil distinguir o crocodilo (jacaré) que aparece em várias pinturas, porque ele se confunde ora com o dragão animal imaginário, conhecido nos quadros de São Jorge), ora com o leviatã (outro animal imaginário, símbolo do caos). Na cultura egípcia e noutras também pensava-se que o crocodilo era um dos animais que carregavam o mundo sobre seu dorso.. O crocodilo aparece muitas vezes ao lado do profeta Jeremias. Quer a tradição que o profeta tenha sido sepultado no Egito. perto do rio Nilo, e que sua sepultura seria visitada para pedir proteção contra os crocodilos. Em alguns quadros mais recentes de Nossa Senhora, aparece um jacaré. Certamente para lembrar que ela livrou alguém da boca desse animal.
Fonte: Frei Clarêncio Neotti, OFM Vila Velha/ES
Fonte: Frei Clarêncio Neotti, OFM Vila Velha/ES
Santa Águeda
Águeda foi martirizada em Catânia na Itália provavelmente durante a perseguição do imperador Décio no ano de 251. Pertencia a uma família nobre e rica e que desde criança brilhou piedade. Segundo a tradição, Águeda foi entregue a uma mulher de má conduta para desviá-la de Deus. Como manteve a firmeza da fé, foi submetida a cruéis torturas para que renegasse a fé. Foi arrastada sobre cacos de vasos e brasas, com o que a jovem mártir veio a falecer, rezando a Deus. Seu nome se encontra junto ao de Santa Luzia na I Oração Eucarística da missa. Desde o século IV a sua festa é celebrada no dia 5 de fevereiro para comemorar a cessação da erupção do vulcão Etna, na Sicília, obtida por sua intercessão.
Fonte: Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM Petrópolis/RJ
Fonte: Frei Marcos Antônio de Andrade, OFM Petrópolis/RJ
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